sexta-feira, 24 de junho de 2011

Saúde, o bem mais precioso.

Sinais de fumaça.... ignorei.
Aviso da balança... ignorei.
Dores no corpo... ignorei.

Até que chegou o resultado dos exames. 

Anemia e colesterol alto. Agora não tem como fugir ou fingir que não é comigo. A coisa é séria e urgente.

O projeto 6476 não decolou, mas agora, preciso encarar o projeto Saúde de frente com seriedade.

Preciso de consciência de que é sério. Persistência para conseguir adquirir uma rotina de exercícios e cuidado com a alimentação.
Soube na segunda o resultado dos exames, mas já me sentia mal há alguns dias. No domingo tive uma indisposição. Na terça caí de cama com febre e dor de garganta.

Acho que teve um pouco de somatização pelo susto dos exames. Mas fui para casa da minha Tia Jane e melhorei. O quadro evoluiu para uma crise de sinusite, que é normal nessa época do ano. Já estou melhorando. Mas com isso não comecei os exercícios físicos. Ainda não consegui uma nutricionista para me fazer uma dieta para cumprir.

Amanhã se eu conseguir driblar o feriado vou agendar uma nutricionista e um clínico para segunda.

Moral da história: Hoje véspera de São João e eu estou em casa. De molho. Queria estar vendo as festas e fazendo muitas fotos. Nesses momento é que vemos na prática o sentido da frase "saúde, o bem mais precioso".

domingo, 12 de junho de 2011

Metamorfose ambulante

Mudar de ideia...tarefa dificil, mas que tenho buscado exercitar ultimamente.
Quebrar meus próprios conceitos, rever os fatos, analisar, mudar de ideia.
Orgulho, teimosia, razão x coração. Será que o que eu acho que é certo, é o certo?
Não sei. Talvez nunca chegue a saber.

Mas é preciso tomar decisões, fazer o fluxo da vida seguir adiante e aí? O que é que eu faço?
Fico me perguntando. 

Olho por um lado chego a uma conclusão, se viro o olhar vejo de outra forma e vou seguindo cheia de dúvidas nessa eterna metamorfose ambulante.

Dia dos namorados.

Hoje quero apenas compartilhar duas músicas que ouvi num dia muito especial.






domingo, 22 de maio de 2011

Solitário

Solitário, ser que vive sozinho, isolado, distante dos outros.

Ser solitário é opção ou sina?
Não sei, só sei que me sinto assim desde sempre. Não me lembro de ter me sentido muito diferente, a não ser quando namorei algumas vezes. Um em especial. E olha que nesse caso a pessoa morava a mais de 3.000km daqui. Ou seja, minha ideia de companhia não é mesmo a mais tradicional.

Verdade que não gosto de viver sozinha, nem tão pouco isolada. Falo com muita gente, trabalho em movimento e com alegria e isso disfarça bem. Mas em casa, me sinto só. Poderia dizer que é por conta de meus parentes mais próximos já terem falecido e do meu núcleo familiar ter restado apenas eu. Mas não seria a verdade. Mesmo quando tinha minha mãe e meu irmãos em casa já me sentia sozinha. É uma espécie de sentimento que sempre carreguei. Sempre olhei para as coisas e pessoas como se não me pertencessem, ou como se eu não fizesse parte daquele conjunto de coisas. Sempre me senti partindo e por muitos anos levei minha vida como se fosse viajar amanhã.

Hoje tenho 40 anos e ainda não fui embora. Minha mãe morreu em 2000 e todos devem ter pensado: "agora ela vai pegar mochila e sumir no mundo como sempre quis". Mas eu não fui. Naquela época senti como se tivessem quebrado minhas asas. Eu que sempre estava viajando, de repente não saía mais de casa. Um tempo depois percebi que já não ia por não reconhecer a possibilidade de ter para onde voltar.

Antes, quando viajava sabia que tinha alguém a minha espera em casa. Minha mãe. Hoje quando volto encontro as paredes e o silêncio.

Passei esse fim de semana me questionando sobre essa realidade e seus prós e contras. Não posso dizer que não gosto da vida como é. Gosto sim. Me agrada ser dona das minhas vontades e do meu tempo. Mas sinto pela falta de companhia. E é aí que começa a questão.

Sinto pela falta de companhia, no momento em  que quero ter companhia. Mas não é sempre que isso acontece. Minha vida é um corre corre e nem percebo que moro sozinha e quando o faço é com alegria em poder chegar e me jogar na cama sem ter que fazer mais nada.

Fiquei então pensando, se existem pessoas que nasceram para ser sozinhas. Como eu mesma digo "não colam, não grudam". Não me lembro de ter tido turmas no colégio, amigos inseparáveis. Tive e tenho grandes amigos, mas nenhum deles fazem parte integralmente da minha vida. Nem mesmo o que chego a chamar de "irmão".

Não sou pessoa de grandes segredos, mas também não sou de confidências. Meu diário é na internet. Quando era adolescente, conversava com espelho,pensando no meu pai, que já havia morrido quando eu tinha 3 anos.

Pela vida tive um grande amigo, o maior e mais precioso Gilmar. Mas ele também se foi, em 22 de julho de 1990. Eu tinha acabado de fazer 20 anos. Em 1992 seria meu irmão mais novo, 95 minha avó e em 2000 minha mãe. Um década e tudo que pode ser mais precioso para alguém tinha sido perdido, tinha ido embora.

Penso que me acostumei a amar o que não tenho, pior A quem não tenho. Amo de longe, com medo de chegar mais perto e aí... perder.

Hoje tenho um grande amor, infinito, algo maior que eu. Alguém por quem daria um pedaço de mim sem pestanejar. Ele se chama Eduardo Edmo, meu afilhado. Estava agarrada com ele até agora pouco. É a coisa mais preciosa que tenho na vida. O sentimento que me faz sentir viva e com uma razão pra continuar por aqui.

Solidão, opção ou sina?

Sigo questionando e tentando encontrar minhas respostas.

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Feliz!

Depois do desabafo de sábado achei importante voltar para registrar que estou bem. As nuvens passaram e o Sol mais uma vez voltou a brilhar.
Tive um dia ótimo, com direito até a presentes inesperados. Ô cafezinho bom! ;) 
Voltei a atividade física e estou disposta a fazer 30 minutos de bicicleta em casa todos os dias. Independente de ir a academia ou não. Se for melhor, mas pelo menos 30 minutos de bicicleta serão feitos TODOS OS DIAS!
Eu me comprometo.
BJks vou dormir que amanhã o dia começa cedo e será looooooonnnnnngo.