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domingo, 25 de março de 2012

Guerra é Guerra - Pra rir e desejar muiiiiiiito!

Que filme! Muito divertido e o que é aquele "espião"? 
Delícia total. Muita ação e cena que chegaram a me dar dor no rosto de tanto rir.
Foi muito gostoso.
Recomendo.
Esse final de semana ainda estou meio molinha por conta do remédio para dor nos braços, mas sábado dei uma voltinha do shopping e hoje acabei almoçando com Edgina e Daniel e depois fui ver Guerra é Guerra.
Agora é ver toooooodas as homenagens a Chico Anysio, que nos deixou na sexta, e ver quem deixa o BBB.

Expectativa boa para a semana que começa. Tenho como meta colocar as coisas em ordem e tomar algumas decisões, dificeis, mas necessárias.

Vida que segue. É preciso ajustar as velas de acordo com o vento.

Que Deus esteja sempre no controle de todos os meus pensamentos e atitudes. Que eu consiga entender que nada posso e que me cabe fazer minha parte e deixar que Deus determine o resto.

Ainda aprendo isso, com fé em Deus. Estou tentando.

Bjs a todos e boa semana.

sexta-feira, 23 de março de 2012

Os bons morrem jovens...

"é tão estranho... os bons morrem jovens, assim parece ser, quando me lembro de você, que acabou indo embora... cedo demais..." Legião Urbana.

Não, não estou sentindo falta de alguém que já morreu, não é isso. Mas é como se fosse.
Um sentimento de falta diferente de saudade. Pois saudade tem uma ponta de esperança de viver de novo, ver de novo. Neste caso, a pessoa da qual sinto "falta"neste momento, escolheu "morrer" para mim.
Trágico né? rsrsrsr. :(
Mas foi assim. Uma linda história, que tinha tudo para jamais ter acontecido, um final sem tragédias, mas com a opção jamais entendida, de nunca mais se relacionar. Uma morte escolhida, determinada e unilateral.
Em mim ficou essa falta e essas perguntas sem respostas que vez ou outra, quando me descuido um pouco, acordam dentro de mim.
Hoje foi assim, quase sem perceber.
Fui ao supermercado fazer compras e na volta passei em frente a um apartamento onde morava anos atrás e a lembrança veio com tudo.
Fiquei me perguntando se "essa pessoa" algum dia, por algum momento, pensa em mim, lembra de mim.
Será que existe uma borracha que apaga alguém da vida de outro tão radicalmente?
Não sei. Se existe nunca encontrei.
A verdade é que a lembrança de tudo que vivi e da distância imposta depois do "fim", acabou desencadeando outras emoções...
Fiquei doída, frágil, triste.
Talvez ainda não tenha aprendido o que vim "estudar" por essa vida. Acho que a ficha ainda não caiu.
Dou valor demasiado a pessoas que talvez não devesse dar. Ainda não aprendi a deixar ir. Ainda não aprendi a me amar em primeiro lugar.
E isso parece irônico, pois para quem ver de fora acho que acredita que sou super egocêntrica, egoísta até.
Solitária, sempre envolvida com "minhas"coisas, um tanto fechada e reservada.
Quem dera. Vivo mesmo numa caixinha, calada, escondida, mas não é de orgulho ou egoísmo não. Na maioria do tempo é medo mesmo. Medo de doer de novo. Medo de perder de novo.

Calma, calma, calma. Nada tanto assim, não levem tão a sério tudo que escrevo agora. Sou intensa e por tanto sinto exageradamente. Mas logo passa. É só um momento. Uma cena do espetáculo, não a história inteira. Ainda tem muita água pra rolar embaixo dessa ponte.

Mas que venha um novo amor, já é hora. Que venha o amor que espero por tanto tempo.

 No dia 21 de junho de 2003, às 00:05m ouvi pela primeira vez a música "Amor Maior" do Jota Quest. Lá se vão oito anos e eu continuo esperando. "Quero um amor maior, um amor maior que eu".


Vou dormir pra ver se ele chega mais rápido. ;)

Bjks.

sábado, 4 de fevereiro de 2012

Estou de volta!

Graças a Deus!
Recuperei meu blog.
Há meses estou sem escrever em função de que meu blog estava redirecionado para um domínio, que venceu e eu não sabia como renovar.
Que alívio! Posso escrever outra vez.

Já passa das 2h e 43m da madrugada e agora preciso dormir, mas sem dúvida dormirei bem mais feliz agora :D

Amanhã e muitas outra vezes voltarei por aqui para contar minhas histórias.

Beijos.

domingo, 22 de maio de 2011

Solitário

Solitário, ser que vive sozinho, isolado, distante dos outros.

Ser solitário é opção ou sina?
Não sei, só sei que me sinto assim desde sempre. Não me lembro de ter me sentido muito diferente, a não ser quando namorei algumas vezes. Um em especial. E olha que nesse caso a pessoa morava a mais de 3.000km daqui. Ou seja, minha ideia de companhia não é mesmo a mais tradicional.

Verdade que não gosto de viver sozinha, nem tão pouco isolada. Falo com muita gente, trabalho em movimento e com alegria e isso disfarça bem. Mas em casa, me sinto só. Poderia dizer que é por conta de meus parentes mais próximos já terem falecido e do meu núcleo familiar ter restado apenas eu. Mas não seria a verdade. Mesmo quando tinha minha mãe e meu irmãos em casa já me sentia sozinha. É uma espécie de sentimento que sempre carreguei. Sempre olhei para as coisas e pessoas como se não me pertencessem, ou como se eu não fizesse parte daquele conjunto de coisas. Sempre me senti partindo e por muitos anos levei minha vida como se fosse viajar amanhã.

Hoje tenho 40 anos e ainda não fui embora. Minha mãe morreu em 2000 e todos devem ter pensado: "agora ela vai pegar mochila e sumir no mundo como sempre quis". Mas eu não fui. Naquela época senti como se tivessem quebrado minhas asas. Eu que sempre estava viajando, de repente não saía mais de casa. Um tempo depois percebi que já não ia por não reconhecer a possibilidade de ter para onde voltar.

Antes, quando viajava sabia que tinha alguém a minha espera em casa. Minha mãe. Hoje quando volto encontro as paredes e o silêncio.

Passei esse fim de semana me questionando sobre essa realidade e seus prós e contras. Não posso dizer que não gosto da vida como é. Gosto sim. Me agrada ser dona das minhas vontades e do meu tempo. Mas sinto pela falta de companhia. E é aí que começa a questão.

Sinto pela falta de companhia, no momento em  que quero ter companhia. Mas não é sempre que isso acontece. Minha vida é um corre corre e nem percebo que moro sozinha e quando o faço é com alegria em poder chegar e me jogar na cama sem ter que fazer mais nada.

Fiquei então pensando, se existem pessoas que nasceram para ser sozinhas. Como eu mesma digo "não colam, não grudam". Não me lembro de ter tido turmas no colégio, amigos inseparáveis. Tive e tenho grandes amigos, mas nenhum deles fazem parte integralmente da minha vida. Nem mesmo o que chego a chamar de "irmão".

Não sou pessoa de grandes segredos, mas também não sou de confidências. Meu diário é na internet. Quando era adolescente, conversava com espelho,pensando no meu pai, que já havia morrido quando eu tinha 3 anos.

Pela vida tive um grande amigo, o maior e mais precioso Gilmar. Mas ele também se foi, em 22 de julho de 1990. Eu tinha acabado de fazer 20 anos. Em 1992 seria meu irmão mais novo, 95 minha avó e em 2000 minha mãe. Um década e tudo que pode ser mais precioso para alguém tinha sido perdido, tinha ido embora.

Penso que me acostumei a amar o que não tenho, pior A quem não tenho. Amo de longe, com medo de chegar mais perto e aí... perder.

Hoje tenho um grande amor, infinito, algo maior que eu. Alguém por quem daria um pedaço de mim sem pestanejar. Ele se chama Eduardo Edmo, meu afilhado. Estava agarrada com ele até agora pouco. É a coisa mais preciosa que tenho na vida. O sentimento que me faz sentir viva e com uma razão pra continuar por aqui.

Solidão, opção ou sina?

Sigo questionando e tentando encontrar minhas respostas.

sábado, 30 de abril de 2011

Colo de Mãe

Devo confessar que relutei um bocado antes de começar a escrever este post.
Sempre que minhas emoções estão afloradas, fico ouvindo minha prima Edjane falando ao meu ouvido: "Laninha, cuidado com o que você escreve na internet. Você se expõe demais. Não pode ser tão explicita".
Acho mesmo que ela tem rezão. Mas fazer o quê, se sou mesmo assim: explícita!
Quem me conhece mais de perto sabe de algumas "características"que fazem da minha vida um misto de multidão e solidão. Grandes realizações equilibradas por grandes perdas emocionais. Entre elas, minha Mãe, de quem sinto uma falta enorme agora.
Esta semana na reunião de pauta do espalhaí.com falei com Leo sobre a data do dia das mães e que deveríamos fazer algumas matérias legais, como os homens que são mães e essas novidades nas estruturas familiares. Mas, ele de repente me surpreendeu com uma missão. Escrever sobre o dia das mães do ponto de vista de quem já não a tem.
Doeu na hora. 
.............................................................
Dia das mães sem mãe.

Na verdade é simples responder ao questionamento dele. Minha mãe se foi em novembro de 2000, em meio aos preparativos do Maceió Fest, quando eu era coordenadora do bloco Caveira. Imagina. Saí da missa de sétimo dia direto para o Aeroporco. Tinha uma festa minha lá.

Acho que só por esse trecho dá pra imaginar um pouco as contradições que pontuam a minha vida. Tem sido assim, quase sempre. Uma alegria, uma tristeza, uma vitória, outra dor. Mas acho que é assim com todo mundo, né? Só que cada um do seu jeito. Com suas próprias dores e roteiros de vida.

Sempre que penso em como é não ter mãe me vem a mente  a seguinte resposta:
A diferença entre ter e não ter Mãe é bem simples. Ter Mãe é não se preocupar em rezar por si mesmo. Esteja você onde estiver e em que situação for, sempre pode ter a certeza de que tem alguém com quem pode contar, em qualquer situação. Ainda que ela não entenda o problema, nem mesmo te acolha do jeito que você queria. Ainda assim, você sabe, se o "bicho"pegar de verdade, se o mundo inteiro se colocar contra você, ela vai tomar a sua frente e será capaz de se entregar pra te proteger. Pelo simples fato de que você não é alguém a quem ela ama, você é um pedaço dela. Não tem como dimensionar isso, não há nada que se compare no mundo.
Então, hoje, quando acordo ou quando vou dormir, preciso parar e rezar, melhor assim, pois há dez anos já não posso contar que alguém reza por mim. Ainda lembro de todas as manhãs ouvir minha mãe levantar, pegar o terço e rezar, por mim, por meu irmão, pelos que foram e pelos que estávam por aqui.

Ainda lembro como se fosse agora, o dia em que ao vê-la sair para o trabalho, senti uma agonia no peito pois não tinha pedido a "benção" antes dela sair. Nunca mais teria chance de fazê-lo. Aquele aperto no peito era um sinal do que aconteceria menos de 24 horas depois.

Hoje sinto uma profunda solidão. Daquelas que infelizmente, bares lotados, amigos próximos, filme ou namorado, não são capazes de suprir. Hoje me sinto só e triste. Uma tristeza que vem lá do fundo da alma e que sinceramente nem sei explicar direito. Só sei que dói de um jeito que mal consigo ver as teclas do computador enquanto escrevo. Minha alma dói.

As vezes a rotina e os desafios parecem que se agigantam diante de nós e é fácil acreditar que não vamos dar conta. O caminho parece turvo, ainda mais com a chuva caindo e não conseguimos enxergar a estrada. 

Sou uma pessoa forte e tenho consciência disso, mas tem dias, como hoje, que tudo o precisava era um colo. 

Colo de Mãe.
Ih! Ficou muito triste né? Mas também tem outra coisa muito característica em mim e quem me conhece também sabe. Choro, mas não por muito tempo. Já desabafei e já estou me sentindo melhor. :D
Olha esse vídeo, vou cuidar de viver minha semana que começa amanhã levando esse aprendizado para prática. Vou experimentar ser IDIOTA!



segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Para ler todo dia

Escrito por Regina Brett, 90 anos de idade, assina uma coluna no The Plain Dealer, Cleveland, Ohio.

"Para celebrar o meu envelhecimento, certo dia eu escrevi as 45 lições que a vida me ensinou.
É a coluna mais solicitada que eu já escrevi."

Meu hodômetro passou dos 90 em agosto, portanto aqui vai a coluna mais uma vez:

1. A vida não é justa, mas ainda é boa.

2. Quando estiver em dúvida, dê somente o próximo passo, pequeno.

3. A vida é muito curta para desperdiçá-la odiando alguém.

4. Seu trabalho não cuidará de você quando você ficar doente. Seus amigos e familiares cuidarão. Permaneça em contato.

5. Pague mensalmente seus cartões de crédito.

6. Você não tem que ganhar todas às vezes. Concorde em discordar.

7. Chore com alguém. Cura melhor do que chorar sozinho.

8. É bom ficar bravo com Deus Ele pode suportar isso.

9. Economize para a aposentadoria começando com seu primeiro salário.

10. Quanto a chocolate, é inútil resistir.

11. Faça as pazes com seu passado, assim ele não atrapalha o presente.

12. É bom deixar suas crianças verem que você chora.

13. Não compare sua vida com a dos outros. Você não tem idéia do que é a jornada deles.

14. Se um relacionamento tiver que ser um segredo, você não deveria entrar nele.

15. Tudo pode mudar num piscar de olhos Mas não se preocupe; Deus nunca pisca.

16. Respire fundo. Isso acalma a mente.

17. Livre-se de qualquer coisa que não seja útil, bonito ou alegre.

18. Qualquer coisa que não o matar o tornará realmente mais forte.

19. Nunca é muito tarde para ter uma infância feliz. Mas a segunda vez é por sua conta e ninguém mais.

20. Quando se trata do que você ama na vida, não aceite um não como resposta.

21. Acenda as velas, use os lençóis bonitos, use roupa chic.  Não guarde isto para uma ocasião especial. Hoje é especial.

22. Prepare-se mais do que o necessário, depois siga com o fluxo.

23. Seja excêntrico agora. Não espere pela velhice para vestir roxo.

24. O órgão sexual mais importante é o cérebro.

25. Ninguém mais é responsável pela sua felicidade, somente você.

26. Enquadre todos os assim chamados "desastres" com estas palavras 'Em cinco anos, isto importará?'

27. Sempre escolha a vida.

28. Perdoe tudo de todo mundo.

29. O que outras pessoas pensam de você não é da sua conta.

30. O tempo cura quase tudo. Dê tempo ao tempo.

31. Não importa quão boa ou ruim é uma situação, ela mudará.

32. Não se leve muito a sério. Ninguém faz isso.

33. Acredite em milagres.

34. Deus ama você porque ele é Deus, não por causa de qualquer coisa que você fez ou não fez.

35. Não faça auditoria na vida. Destaque-se e aproveite-a ao máximo agora.

36. Envelhecer ganha da alternativa -- morrer jovem.

37. Suas crianças têm apenas uma infância.

38. Tudo que verdadeiramente importa no final é que você amou.

39. Saia de casa todos os dias. Os milagres estão esperando em todos os lugares.

40. Se todos nós colocássemos nossos problemas em uma pilha e víssemos todos os outros como eles são, nós pegaríamos nossos mesmos problemas de volta.

41. A inveja é uma perda de tempo. Você já tem tudo o que precisa.

42. O melhor ainda está por vir.

43. Não importa como você se sente, levante-se, vista-se bem e apareça.

44. Produza!

45. A vida não está amarrada com um laço, mas ainda é um presente