terça-feira, 31 de agosto de 2010

Um cérebro em forma num corpo magro

Fonte: www.dvseditora.com.br/blog

Na arena do gerenciamento de alimentação e peso, é a indústria alimentícia que fez o uso mais dramático das descobertas da neurociência, usando o que a ciência nos ensina sobre o cérebro para chegar a sua carteira pela via do estômago. Não é simplesmente que os fabricantes de alimentos querem que você coma o máximo possível; eles querem que você coma o máximo de vezes possível.

Por Georgia D. Andrianopoulos
Faço esta promessa de mudança baseada em anos de pesquisa e treinamento de boa forma do cérebro que mudaram a vida de centenas de pacientes. Meu campo é a psicologia fisiológica com foco em distúrbios alimentares. Comecei meu trabalho com distúrbios alimentares na Faculdade de Medicina da Universidade de Illinois, Departamento de Cirurgia, em meados dos anos 80; ali, eu me concentrei em estudar o papel do estresse, da atividade física e diferentes dietas em distúrbios gastrintestinais, incluindo o câncer. Levei os resultados desses estudos e pesquisa para o meu trabalho de ensino nos departamentos de cirurgia e psiquiatria da faculdade de medicina e para meu trabalho como diretora da clínica de distúrbios alimentares no Centro Médico da Universidade de Illinois em Chicago.
Ao longo dos anos, minha própria pesquisa e as fascinantes novas descobertas da neurociência – ou seja, o estudo do cérebro, da espinha dorsal e do sistema nervoso – tornaram-se a base para soluções práticas para combater a obesidade, o excesso de peso e outras condições causadas pela alimentação inadequada.
“Não é simplesmente que os fabricantes de alimentos querem que você coma o máximo possível; eles querem que você coma o máximo de vezes possível.”
Fui estimulada especialmente por minhas recentes descobertas de pesquisa que mostram que não estamos fadados a viver com os cérebros que herdamos ou com os quais fomos criados. Nossos cérebros apresentam neuroplasticidade: são adaptáveis e podem ser reprogramados ao longo da vida por nossas experiências diárias. Eles não são “fixos, acabados e imutáveis”, como o neuroanatomista Ramón Cajal disse em 1913. Em 1999, eu reuni tudo no Treinamento de Desempenho Ótimo (TDO), o programa que você conhecerá neste livro, e fundei a Brain Fitness, um centro para aplicação prática de ferramentas baseadas no cérebro para atingir a perda de peso. Em nossas clínicas em Chicago e arredores, o cérebro é o órgão-alvo – parte frontal e central – para indivíduos que buscam ajuda para regular alimentação e peso. Descobrimos que o trabalho de gerenciamento de peso é muito mais fácil quando o cérebro coopera e funciona de forma muito mais fluente.
Também pus essa pesquisa em operação em um plano de alimentação que combina o melhor de uma dieta no estilo do Mediterrâneo (eu disse que sou grega!) com as últimas descobertas neurocientíficas sobre alimentos que promovem a boa forma do cérebro. A dieta BrainMed, como eu chamo, também está incluída neste livro.
Evidentemente, os avanços na neurociência já deram origem a soluções “neuro” para tratar de todo tipo de lutas e desafios: depressão, atenção e foco, ou mesmo ciúme. A declaração de George W. Bush sobre os anos noventa como a “década do cérebro” trouxe essa parte da nossa anatomia para o foco principal. Existem livros e palestras e simpósios sobre neurocomputação, neurorreabilitação, neurolinguística, e até neuroacupuntura, sem falar nos tratados gerais sobre como ter um cérebro melhor para ter uma vida melhor. As agências entraram até mesmo no campo do neuromarketing: usar a natureza do cérebro para vender uma marca específica de sapatos de ginástica ou biscoitos de chocolate.
Mas, na arena do gerenciamento de alimentação e peso, é a indústria alimentícia que fez o uso mais dramático das descobertas da neurociência, usando o que a ciência nos ensina sobre o cérebro para chegar a sua carteira pela via do estômago.
Não é simplesmente que os fabricantes de alimentos querem que você coma o máximo possível; eles querem que você coma o máximo de vezes possível. E, de forma rotineira, usam dados científicos para manipular seu cérebro para fazer com que você faça ambas as coisas. Eles o fazem em suas estratégias de marketing, e o fazem com aditivos que podem realmente afetar seu apetite e seus hábitos alimentares.
Um pouco desse marketing é bastante evidente. Se você assiste a televisão, é bombardeado pelos atraentes comerciais de comida voltados para a atividade crescente na parte irracional, emocional e inconsciente do cérebro conhecida como sistema límbico. É aí que os marketeiros de comida pegam você. Eles não querem que você aja racionalmente, de jeito nenhum; querem que você simplesmente reaja, inconscientemente e sem pensar. Então você pode estar completamente inconsciente de que está sequer prestando atenção ao comercial, no entanto, subliminarmente, aquela imagem de TV cuidadosamente composta de um sundae de brownie (ou uma pessoa muito atraente saboreando um sundae de brownie) vai diretamente para a parte emocional do seu cérebro. De repente, quase como um dos cães de Pavlov, você está se dirigindo à geladeira ou despensa (ou correndo para o carro) para fazer o que quer que seja preciso para obter aquele sabor delicioso.
Algumas estratégias de marketing são camufladas. Da próxima vez que for ao seu supermercado local, dê uma olhada nos produtos nas “esquinas” dos corredores. É ali que os gerentes de loja tendem a colocar os lanches calóricos com baixo valor nutricional e altas margens de lucro: batatas fritas, biscoitos, bolos e similares. O motivo? Incontáveis estudos chegaram à conclusão de que nada vende tão bem quanto as comidas “das esquinas”, especialmente aquelas colocadas ao nível do olhar.
Mas estratégias de marketing inteligentes baseadas em anos de pesquisa psicológica são apenas uma parte disso. Aditivos alimentares são o outro lado da moeda, e a indústria alimentícia é adepta de adicionar componentes aos seus produtos alimentares que nos manipulam a ansiar por certos alimentos e comer por causa da ânsia quando não estamos com fome.


Isso não é difícil de fazer. Como aprenderemos neste livro, o campo emergente da nutrigenômica mostra que nossos cérebros e mesmo nosso DNA são, realmente, reconfigurados pelos alimentos que comemos. A comida pode ligar ou desligar genes e influenciar não somente seu peso e os alimentos dos quais você tem vontade, mas a saúde e a doença. Nós sabemos há muito tempo, por exemplo, que algumas pessoas que são expostas a uma dieta que é rica em gorduras, açúcar e calorias no início da vida tendem a se tornar permanentemente vulneráveis a estar com excesso de peso. E aprendemos, pelo menos em parte, por que isso é assim: de forma simples, aqueles tipos de alimentos realmente estimulam o crescimento de trilhas que conectam áreas do cérebro onde se formam os vícios. Alguns ingredientes de comidas podem realmente reconectar as trilhas do cérebro. Isto significa que seu desejo por essas comidas se origina nas mesmas áreas do cérebro que o desejo por substâncias que causam dependência como heroína ou álcool. Junto com a reconexão das trilhas vêm as mudanças comportamentais: entre elas, evitar atividade física e um desejo intenso de provar essas “comidas de conforto” (”Eu quero comer isso agora!).
Então a indústria alimentícia pôs seus laboratórios para trabalhar para inventar aditivos manufaturados e combinar nutrientes de formas que podem ter efeitos semelhantes, produzindo ânsia por sabores específicos e comidas específicas. E mais, tentaram intensificar essas ânsias além de tudo jamais experimentado pelo cérebro, de forma que é improvável que estas sejam contidas pela força de vontade, não importa o quanto forem formidáveis. Os laboratórios têm tido sucesso admirável, produzindo alimentos que contenham substâncias que realmente manipulam nosso futuro comportamento alimentar.
A ciência é neutra; como ela é usada – e quem faz uso dela – é que determina seu impacto. Não há nada ilegal no fato de os fabricantes de alimentos pagarem psicólogos para estudar o comportamento humano de consumidor, e é justo como qualquer outra coisa no amor ou na guerra, mas esse uso da ciência pela indústria alimentícia, decididamente, tem sido unilateral. Até agora.

Encontrei esse link através da galera do @neuromkt. Cada dia gosto mais do twitter.

BJs. E vamos pensar antes de comer. rsrsrsrs

sábado, 28 de agosto de 2010

Alegria gera Alegria!

Determinação, dar o primeiro passo, fazer o que está ao nosso alcançe e acreditar que o restante acontece naturalmente.
Pois é. Vez em quando esqueço dessas verdade, como todo mundo acredito.
Mas...essa semana resolvi voltar a praticar e para variar, DEU CERTO!
Andava muito trancada em casa e pensando somente em trabalho, MBA, etc etc.
Resolvi ativar os outros campos da vida e começei a dar risada, caminhar na praia, fazer bike, e esse final de semana com feriado resolvi que ia cair na night.
Desde segunda que vou ao cinema, já vi 2 vezes o Aprendiz de Feiticeiro, 1 Karate Kid e 1 O Último mestre do ar.rsrsrs só vejo filmes com censura até 10 anos, percebeu né? rsrsrs' É que meu companheiro tem algumas limitações quanto a isso.rsrsrssr

Quinta Rapa Nui, curtir Sifrão e Thiaguinho. Amoo. Encontrei Mariana e uma turma, pronto, rendeu o fim de semana todo. Ontem Maikai Choparia e Show Bar, mais Sifrão e Cachoro Urubu, como diz Tati "Toca Raullll).
Hoje, shopping e aí um belo registro.
Meu almoço.Chegou o dia em que troquei batata frita por salada! Uauuu. Agora vai. Que venha  verão 2011.
E agora, 23:15h estou aqui postando no blog para esperar a galera passar para me pegar e irmos para MONOBLOCO e depois já está garantido que o lanche será bem alí...no aeroporto. Mas tá valendo.
Bom, mas o que queria registar é que:
Um sorriso melhora qualquer coisa. Ouvi isso enquanto provava roupas hoje no shopping. Uma pessoa estava estressada e a outra repetia isso direto. Um sorriso melhora qualquer coisa.
E não é que ela tem razão.
Um sorriso bem gostoso para vocês.
Bjss

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Sem sono

Não poderia ir dormir sem registar esse dia 25 de agosto de 2010. Um dia muito bom!
Eu sempre andei na contra-mão dos que falam que "agosto é mês do desgosto". Para mim nunca foi assim, apesar dos temores da minha Mãe. A única coisa marcante dolorosa do mês de agosto foi a morte do meu irmão Washington, com apenas 19 anos e um tumor no cérebro, não diagnósticado. Mas isso realmente não me traz dor, sinto que meu irmão está num lugar bem melhor que esse onde estamos nós agora. Sinto uma imensa Paz quando penso nele, por isso não tenho como uma referência ruim de agosto.
Voltando ao meu dia, tive um dia primeiro engraçado, não que coisas engraçadas tenham acontecido além do normal, eu é que achei graça em qualquer coisa hoje. rsrsrsrs
Primeiro no twitter lí um link do show da dupla Kleiton e Kledir com o tema "autoretrato" e que eu enxerguei "atropelado".kkkkkkkkkk. Caí numa gargalhada tão grande, que liguei para Edjane e contei a piada. Acho que é hora trocar o grau dos óculos e passar a usar rotineiramente.
E o dia seguiu leve e sorridente. Tinha algumas reuniões a tarde e todas foram muito bem sucedidas o que rendeu mais algumas risadas, uma em especial de puro contentamento e realização.
De volta em casa ri com as novelas e até com o horário político. É, estava mesmo com o riso frouxo, como diria minha avó.
Mas claro que algumas coisas me deixarm além de alegre, feliz.
Andei postando no blog esses dias algumas lembranças de eventos que fazem parte da minha trajetória profissional e hoje pela manhã um amigo me chamou no msn e cobrou que postasse sobre o SHOCK, meu programa de rádio que tive na Jovem Pan entre 2000 e 2001 junto com Edjane. Isso me trouxe grande alegria e saudades, do Shock e por consequência do AEROPORCO onde fizemos a festa de 1 ano do programa e sem dúvida uma das melhores do AERO. Vou ficar devendo o post, pois preciso recuperar as fotos nos arquivos.
Quando foi agora a noite, quase a agora, encontrei Felipe meu amigo que mora em Brasília e ele comentou que tinha visto os vídeos no blog e que ficou emocionado e feliz. Contei para ele que baixei um contador de visitas e que em menos de 3 dias tive mais de 100 acessos. Juro que tomei um susto. Sempre pensei que tinha no máximo as visitas dos meus amigos mais próximos.E...sorri, de puro contentamento.
Amo escrever, ser jornalista foi meu sonho primeiro e a cada dia essa vontade aflora em mim. Ter este blog foi um jeito que achei de escrever e me dá imensa felicidade quando alguém que eu nem conheço me faz um elogio ou se emociona com o que registro aqui.
Tudo o que faço na vida procuro fazer com amor e verdade e é assim que escrevo aqui com todo meu amor e verdade. As vezes sinto que me exponho demais, mas...se é pra se esconder melhor escrever no velho diário.
Pois é...falando em verdade hoje ela também deu uma aparecida de leve.
Hoje ouvi alguém falar como se fosse para mim, dava para acreditar que tinha sido combinado. Mais uma vez me encontrei entre o sentimento do gostar e o de desencantar. Não sei se são essas as palavras. Na verdade o que acredito, mas ao mesmo tempo é dificil de administrar, é que todos somos "bem e mal" misturados e inseparáveis. Alguém que de uma forma te machuca, pode de outra de ajudar. É preciso deixar a roda da vida girar e não se aprisionar às dores ou desilusões passadas. É passado...passou.
Infelizmente ainda nem tanto. Mas hoje senti que melhorou bastante. Pude ver, ouvir e sorrir.

Meu sorriso para vocês!

Um beijo e fiquem todos com Deus e muito felizes.

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Prêmio Jovem Brasileiro

Começa hoje um dos melhores eventos que tenho a felicidade de participar da produção. Hoje será a coletiva de imprensa e eu não estarei lá. Peninha.
Mas dia 13 estarei lá com força total.
Parabéns Guto Melo.

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Setembro tempo das flores e de Ivete em Maceió



Esses dias estou sendo tomada por lembranças dos grandes eventos dos quais já fiz parte e que deixaram marcas na minha história profissional.
Hoje foi Ivete, foram mais de 10 anos cuidando da imagem dela por aqui, produzindo todos os shows, desde o primeiro com a então Banda Eva puxando um bloco para a então Rádio Maceió FM...a long long time. Meu primeiro trabalho como produtora. Um bela trajetória é verdade.
Como diz o Rappa "Valeu a pena..."