quinta-feira, 25 de junho de 2009

Entre Sonhos e Contratos


O que fazer diante da possibilidade da realização de um sonho e do compromisso assumido anteriormente?

O que podemos definir como "oportunidade" "imperdível"???

Quanto direito temos de mudar as regras e planos?

Qual o preço a ser pago?

Sonhos!

Realidade!

Compromisso.

Que turbilhão, que confusão de valores e desejos, tudo ao mesmo tempo agora.

Parte de mim defende o ímpeto, a saciação imediata do desejo e pronto. Outra parte pondera, analisa e entende que planos são planos, acordos são feitos para serem cumpridos.

Se você contou com o comprometimento da alguém para ir em busca do seu sonho é justo que pondere sobre as expectativas do mesmo.

Se os planos mudaram é preciso analisar bem e saber como se posicionar diante da decisão tomada e especialmente da decisão mudada.

Dinheiro compra coisas, mas não repara decepções, desencantos.

Para usar uma palavra do Marketing: POSICIONAMENTO. O que você é? O que você quer que os outros vejam em você? Como você se posiciona na vida?

Será do ponto de vista do que você mostrou ser a todos, que os mesmos irão traduzir os aconteceimentos.

Imprevisibilidade, inconsequência, descomprometimento. Palavras grandes e perigosas. Traduções que podem pesar um bocado se algo der errado e for preciso solicitar o apoio de outros de novo.

Que garantias poderão ser dadas?

Quando um novo plano for apresentado com forma, conteúdo e datas, como vai poder garantir o cumprimento do mesmo? E se no meio do caminho tiver uma pedra, um desvio, uma oportunidade?

Cuidado. Prudência. Estou começando a pensar melhor nessas palavras.

É preciso ponderar e calcular os riscos e o custo do que chamamos de "sonho ou oportunidade".

Um dia o sonho sempre acaba e a hora da prestação de contas sempre chega.

O preço será pago, mais cedo ou mais tarde.

Tomara que valha a pena.



quarta-feira, 24 de junho de 2009

Prudência, Caridade e Decisão.

..................Esfinge..."Decifra-me ou te devoro".

Ontem fui a missa e ouvi belas palavras de um jovem Padre, que fala com alegria e firmeza.

Era missa da vigília de São João. Fiquei sabendo que os únicos personagens da história bíblica de quem se comemora a data de nascimento são: Cristo, Maria e João. Talvez tenha um quarto, mas não lembro agora.

Porém, o que mais me tocou foi a homilia, 3 palavras: PRUDÊNCIA, CARIDADE e DECISÃO.

Três coisas que são indispensáveis ao bom Cristão:

Primeiro precisa ser livre de pré-julgamento e malícia, mas, precisa discernimento, atenção, cuidado...PRUDÊNCIA. Um passo de cada vez. Dois ouvidos, uma boca. Deus tinha um propósito quando nos desenhou assim. Dois ouvidos, uma boca.

As perguntas nos trazem mais poder do que as frases longas ditas por nós.

CARIDADE, logo de saída ele explica que é preciso saber o que significa ser caridoso, que nada tem haver com ser "bobo". Jesus disse:"Não jogue pérolas aos porcos". Ou seja, veja o que você faz e com quem faz. Ajudar é sagrado, mas se deixar usar é pecado.Não vá entregando os seus "tesouros" sem antes observar à quem o está fazendo. Cuide como Sagrado o que é Sagrado, dê o devido valor.

DECISÃO, é fundamental saber a hora certa, fazer o que deve ser feito no momento exato. Não se pode deixar para amanhã o que deve fazer hoje, nem tão pouco apressar as coisas. Mas, mais que isso, é preciso ter consciência do que se quer, qual a sua missão na história. Ele citou os apóstolos que afirmavam que seguiam Jesus não por opção, mas porque eram impelidos aquilo, tinham que fazer. Sabiam que era sua missão e por tanto não cabia questionamento, estava DECIDIDO.

Fiz questão de registrar aqui esses ensinamentos de ontem, bateram forte em mim.

Acho que é fundamental pensarmos nessas 3 palavras, no quê e como estamos fazendo da nossa vida. Como sobreviveremos nesse mundo tão "guiado"pela impulsividade, imediatismo, egoísmo, onde grande parte vive no sistema "se colar colou", inconsequência reinante, o Ser Humano sendo visto e usado como peça de tabuleiros de jogos?

Tenho pensado esses dias sobre uma questão trabalhada numa novela da TV:"Bandido ou Herói?"

Quem você quer ser? Quem você consegue ser?

Numa versão mais cotidiana, podemos usar: "Certo ou errado? Vítima ou culpado?"

A vida nos coloca em situações onde nem sempre é fácil identificar qual o nosso papel na história. Somos vítimas ou causamos a própria situação. Em que "colaboramos" para aquele fato? Onde erramos? Onde agimos contra nós mesmos?

Dá um certo medo perceber que não é tão raro assim os momentos em que "jogamos" contra nós mesmos, momentos em que literalmente nos damos uma rasteira, entregamos às armas ao inimigo.

Prudência, não tinha pensado nessa palavra antes. Ser prudente, analisar, perguntar, desconfiar, testar, entre outras coisas, antes de se entregar, antes de confiar.

Prudência deve ser usada em fartura e em todo lugar. Confiança pelo contrário, deve ser guardada como Diamantes, em segredo e em lugar seguro.

Levamos muito a sério o princípio legal que garante que todo cidadão é inocente até que se prove o contrário. Chego a conclusão, que na prática é muito diferente.
Precisamos começar desconfiando SEMPRE.
Devagar, um passo de cada vez. Um jogo de luz e sombra. Perguntar. Guardar em casa o "contador de histórias", especialmente se o personagem principal for você mesmo. Deixar essa história para contar quando você tiver netos e tudo não passar de lembranças inofensivas. Deixar os outros contarem histórias para você. Descubrir mais, revelar menos.

Você só interessa a VOCÊ.

Lulu Santos sábiamente, diz: "o que eu ganho e o que eu perco NINGUÉM PRECISA SABER".

Melhor pensar bem nisso.

PRUDÊNCIA

CARIDADE

DECISÃO


Fiquem com Deus.



sábado, 20 de junho de 2009

arvoreando


Flores são todas as cores

Se tantos amoresQue eu nunca esqueci

Límpida passa no peito essa seiva

Verdade que me une a você

Livre de toda a maldade

Essa tal de amizade pra mim é raiz

Que deixa marcas no solo

É a beleza do colo, do ombro e do sim

Necessidade da terra

PresençaEssencial para a vida

A sua maneira de ser para mim

Já poda o que há de ruim

A minha vontade de ser pra você

Feito sombra, descanso sem fim

E se algum dia esquecer de mim

Só se lembre que eu tenho raiz

Só se lembre que estou por aqui

Necessidade da terra

PresençaEssencial para a vida

A sua maneira de ser para mim

Já poda o que há de ruim

A minha vontade de ser pra você

Feito sombra, descanso sem fim

E se algum dia esquecer de mim

Só se lembre que eu tenho raiz

Só se lembre que estou por aqui.


É tudo que meu coração consegue hoje.

Estou há alguns dias maturando um texto aqui dentro de mim.

Hoje, ele está assim, querendo apenas ser sombra, descanso sem fim.

Talvez Ivete complete bem esse post.

"Não precisa mudar, vou adaptar ao seu jeito... "


BJs

Fiquem com Deus.

Ah! a letra é de Maninho.

sexta-feira, 19 de junho de 2009

SEM DIPLOMA e agora seu Gilmar?Volto pra facul é isso?

Oito contra oitenta milOito contra 180 milhões

Perplexos e indignados os jornalistas brasileiros enfrentam neste momento uma das piores situações da história da profissão no Brasil. Contrariando todas as expectativas da categoria e a opinião de grande parte da sociedade, o Supremo Tribunal Federal (STF), por maioria, acatou, nesta quarta-feira (17/6), o voto do ministro Gilmar Mendes considerando inconstitucional o inciso V do art. 4º do Decreto-Lei 972 de 1969 que fixava a exigência do diploma de curso superior para o exercício da profissão de jornalista. Outros sete ministros acompanharam o voto do relator. Perde a categoria dos jornalistas e perdem também os 180 milhões de brasileiros, que não podem prescindir da informação de qualidade para o exercício de sua cidadania. A decisão é um retrocesso institucional e acentua um vergonhoso atrelamento das recentes posições do STF aos interesses da elite brasileira e, neste caso em especial, ao baronato que controla os meios de comunicação do país. A sanha desregulamentadora que tem pontuado as manifestações dos ministros da mais alta corte do país consolida o cenário dos sonhos das empresas de mídia e ameaça as bases da própria democracia brasileira. Ao contrário do que querem fazer crer, a desregulamentação total das atividades de imprensa no Brasil não atende aos princípios da liberdade de expressão e de imprensa consignados na Constituição brasileira nem aos interesses da sociedade. A desregulamentação da profissão de jornalista é, na verdade, uma ameaça a esses princípios e, inequivocamente, uma ameaça a outras profissões regulamentadas que poderão passar pelo mesmo ataque, agora perpetrado contra os jornalistas.O voto do STF humilha a memória de gerações de jornalistas profissionais e, irresponsavelmente, revoga uma conquista social de mais de 40 anos. Em sua lamentável manifestação, Gilmar Mendes defende transferir exclusivamente aos patrões a condição de definir critérios de acesso à profissão. Desrespeitosamente, joga por terra a tradição ocidental que consolidou a formação de profissionais que prestam relevantes serviços sociais por meio de um curso superior. O presidente-relator e os demais magistrados, de modo geral, demonstraram não ter conhecimento suficiente para tomar decisão de tamanha repercussão social. Sem saber o que é o jornalismo, mais uma vez – como fizeram no julgamento da Lei de Imprensa – confundiram liberdade de expressão e de imprensa e direito de opinião com o exercício de uma atividade profissional especializada, que exige sólidos conhecimentos teóricos e técnicos, além de formação humana e ética. A Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ), como entidade de representação máxima dos jornalistas brasileiros, esclarece que a decisão do STF eliminou a exigência do diploma para o acesso à profissão, mas que permanecem inalterados os demais dispositivos da regulamentação da profissão. Dessa forma, o registro profissional continua sendo condição de acesso à profissão e o Ministério do Trabalho e Emprego deve seguir registrando os jornalistas, diplomados ou não. Igualmente, a FENAJ esclarece que a profissão de jornalista está consolidada não apenas no Brasil, mas em todo o mundo. No caso brasileiro, a categoria mantém suas conquistas históricas, como os pisos salariais, a jornada diferenciada de cinco horas e a criação dos cursos superiores de jornalismo. Em que pese o duro golpe na educação superior, os cursos de jornalismo vão seguir capacitando os futuros profissionais e, certamente, continuarão a ser a porta de entrada na profissão para a grande maioria dos jovens brasileiros que sonham em se tornar jornalistas.A FENAJ assume o compromisso público de seguir lutando em defesa da regulamentação da profissão e da qualificação do jornalismo. Assegura a todos os jornalistas em atuação no Brasil que tomará todas as medidas possíveis para rechaçar os ataques e iniciativas de desqualificar a profissão, impor a precarização das relações de trabalho e ampliar o arrocho salarial existente. Neste momento crítico, a FENAJ conclama toda a categoria a mobilizar-se em torno dos Sindicatos. Somente a nossa organização coletiva, dentro das entidades sindicais, pode fazer frente a ofensiva do patronato e seus aliados contra o jornalismo e os jornalistas. Também conclama os demais segmentos profissionais e toda a sociedade, em especial os estudantes de jornalismo, que intensifiquem o apoio e a participação na luta pela valorização da profissão de jornalista. Somos 80 mil jornalistas brasileiros. Milhares de profissionais que, somente através da formação, da regulamentação, da valorização do seu trabalho, conseguirão garantir dignidade para sua profissão e qualidade, interesse público, responsabilidade e ética para o jornalismo. Para o bem do jornalismo e da democracia, vamos reagir a mais este golpe! Brasília, 18 de junho de 2009. Diretoria da Federação Nacional dos Jornalistas - FENAJ


FIJ: decisão da Justiça brasileira é retrocesso de repercussão internacional

A Federação Internacional dos Jornalistas (FIJ) apoia a FENAJ diante da sentença que anula a obrigatoriedade do diploma em jornalismo.A FIJ respalda seu filiado no Brasil, em sua vontade de continuar lutando pela qualidade das notícias e do jornalismo, depois que o Supremo Tribunal Federal declarou a anulação da exigencia do diploma para obter o correspondente reconhecimento profissional.No Brasil, nos últimos 40 anos, a obrigatoriedade do diploma tem estado ligada tanto às reivindicações trabalhistas dos trabalhadores da comunicação como a exigência de uma informação de qualidade. O patronato brasileiro batalhava há mais de uma década junto aos tribunais para tornar desnecessária a exigencia do diploma em jornalismo.Neste período de desregulamentação, os meios de comunicação abrem caminho para uma crescente precarização dos jornalistas e criam um prejuizo para a informação democrática.A FIJ estará atenta as ações promovidas pela FENAJ em defesa da informação de qualidade, do direito do cidadão da ser bem informado de forma profissional e de condições dignas no exercício da profissão.Paco Audije - Secretario General Adjunto da Federación Internacional de Periodistas


ABI repudia a decisão do STF

“A ABI lamenta e considera que esta decisão expõe os jornalistas a riscos e fragilidades e entra em choque com o texto constitucional e a aspiração de implantação efetiva de um Estado Democrático de Direito entre nós, como prescrito na Carta de 1988. A ABI tem razões especiais para lamentar esse fato porque, já em 1918, há mais de 90 anos portanto, organizou o 1º Congresso Brasileiro de Jornalistas e aprovou como uma das teses principais a necessidade de que os jornalistas tivessem formação de nível universitário. Com esse fim, chegou a aprovar a possível grade curricular do curso de Jornalismo a ser implantado. A ABI espera que as entidades de jornalistas, à frente a Federação Nacional dos Jornalistas-Fenaj, promovam gestões junto às lideranças do Congresso Nacional, para restabelecer aquilo que o Supremo Tribunal está sonegando à sociedade: um jornalismo feito com competência técnica e alto sentido cultural e ético”. Maurício Azêdo, Presidente da ABI.

terça-feira, 16 de junho de 2009

O que você faz quando não tem ninguém olhando???


Este é o primeiro post que começo pela foto.
Encontrei esse quadro hoje no banheiro de um restaurante super bacana de Maceió. Fiquei pensando...
Onde foi parar a educação básica?
Que sociedade é essa em que vivemos, que mesmo num local que é frequentado por um público adulto, de classes social e econômica elevadas e é preciso colocar plaquinhas indicando como se comportar no uso de um banheiro???
Pior que não é uma coisa inédita vista por aqui....quem dera.
Na verdade encontramos esse tipo de "bula"ou manual de instruções, na maioria dos banheiros públicos e ainda assim, eles vivem sujos e mal cuidados.
Fico pensando se as pessoas não conseguem entender que, se elas fizessem na rua o que fazem em casa, tava tudo certo. É usar o que é "público" como se fosse seu.
Isso claro, levando em conta que em casa eles são civilizados, afinal, já diziam os antigos: "costume de casa vai a praça".
Tenho medo só de pensar em como devem ser os banheiros das casas dessa galera....
Fico triste de ver como estamos longe do que se pode pensar como "educação", "civilização".
Como alguém pode deixar sujo, depedrar, entopir, etc etc, algo do qual fez uso e sabe que logo em seguida outro alguém vai usar??? Como?
Pior que é mais trabalhoso fazer o errado que o certo.
Parece tão básico para mim que especialmente nos banheiros femininos, bastava que todas as mulheres fizessem "xixi"sentadas, como fazem em casa, e tudo ficaria LIMPO.
Ahh os riscos de pegar doença! Já conheceu alguém que pegou ou transmitiu alguma doença pela pele da coxa? Pois afinal é a única parte que toca o assento sanitário. E quanto as teorias de que germes sobem pelo líquido em contato com a água...na boa...não vou nem entrar nesse mérito. Conheçe a descarga?
Gente, se todo mundo deixar limpo, vai ficar limpo!
O mais lamentável é que os banheiros das casas também são assim. Sofro muito quando saio de casa e preciso tomar água ou ir ao banheiro de alguém....que aflição.
Não acredito que seja TOC, é senso de higiene, criação feita do jeito certo.
Limpo é limpo, o resto é nojeira mesmo.
Se você é limpo consigo, será limpo com tudo ao seu redor.
Limpeza é uma questão de origem, básica.
A maioria das "doenças" se proliferam muito mais por conta da falta de higiene do que do contato simples entre pessoas ou com objetos de uso público. Não são os banheiros e maçanetas públicos que SÃO sujos, as pessoas que os tocam é que os deixam assim.
Se começarmos a sentar no vaso ou invés de molhar tudo ao seu redor; Se conseguirmos jogar o papel no lixo e não fora dele ou dentro do vaso; Se lavarmos as mãos com frequência,não haverá riscos de contaminação em banheiros públicos.
Afinal, não existe nenhum estudo que comprove que "banheiros transmitem doenças", mas pessoas sim, transmitem coisas horríveis: Pensamentos, comportamentos, atitudes doentias, que agridem, machucam, adoeçem a gente.
Vamos pensar um pouquinho nisso?
Sandra de Sá, canta: "Vamos consertar o mundo. Vamos começar lavando os pratos".
Minha Mãe me ensinou que devemos varrer não só a nossa calçada, mas até a metade da rua que fica do nosso lado. Se todos da rua fizessem o mesmo, a nossa rua estaria sempre limpa.
Lembro da minha Mãe rotineiramente limpando o esgoto que passava na rua, antes de pavimentarem, limpando os matinhos que cresciam, varrendo a rua até a metade.
Minha Mãe, tão "ecológicamente ativa" tão cidadã e estudou somente até a quarta série primária.
Educação X Instrução. Estamos lotados de conhecimento e informação, porém, a cada dia parecemos mais "bárbaros" no tocante as relações sociais e respeito ao outro.
Fumantes se irritam se você reclama por oxigênio.
Donos de carros que mais parecem trios elétricos se acham ofendidos se você pedir para baixar o som.
Os bancos colocam avisos gigantes que se vc ofender um funciónário público poderá inclusive ser preso, mas ele o BANCO, pode nos desrespeitar com filas que não obedecem a Lei que limita em 30 minutos a espera. E se vc se exaltar...vai preso.
Onde foi parar a noção de certo e errado? Ofensor e ofendido?
Já não sei...
Educação meus amigos, URGENTE!
Está ficando impossível conviver nessa "lama de brutalidades" em que estamos mergulhados.
Estamos insensíveis, estáticos, indiferentes, mas logo, muito em breve, eles irão pisar o seu jardim, roubar as suas flores, derrubar o seu muro e você, não terá mais nem como falar, eles já terão roubado sua voz há muito tempo, só você não viu, não ouviu.
Fiquem com Deus.